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A Importância das 8 principais Dietas na Medicina.

Este artigo é baseado em um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, com o título “Nutrition in Medicine”, de autoria de Mary Yannakoulia, Ph.D., e Nikolaos Scarmeas, M.D., Ph.D. A seguir, exploraremos as principais dietas estudadas cientificamente e seus efeitos na saúde, abordando também como essas dietas podem contribuir para a prevenção de doenças graves que possuem implicações fiscais importantes conforme a legislação brasileira.

A Importância das Dietas na Medicina.

O consumo de alimentos fornece nutrientes essenciais e não essenciais ao corpo humano, promovendo o crescimento e a saúde. A escolha individual de alimentos e a potencial modificação dos hábitos alimentares são questões complexas, influenciadas pela disponibilidade e aceitação dos alimentos. A disponibilidade de alimentos depende de fatores físicos, políticos e econômicos. A seleção é baseada em fatores socioeconômicos, culturais e individuais. Este artigo revisa as dietas mais reconhecidas, exploradas cientificamente e amplamente promovidas, e como elas podem influenciar a saúde e a prevenção de doenças graves.

Dietas Baseadas em Plantas.

Dieta Mediterrânea.

A pesquisa científica sobre os padrões alimentares adotados na região do Mediterrâneo e os potenciais efeitos na saúde começou após a Segunda Guerra Mundial, liderada por Leland Allbaugh e Ancel Keys. Allbaugh descreveu a dieta dos cretenses como “surpreendentemente boa”, consistindo em azeitonas, grãos de cereais, leguminosas, frutas, vegetais, ervas, quantidades limitadas de carne de cabra, leite, caça e peixe. O azeite desempenhava um papel predominante na ingestão de energia.

O estudo dos Sete Países, liderado por Keys, comparou dietas e estilos de vida entre sete países, descobrindo que as taxas de mortalidade eram mais baixas nas coortes em que o azeite era a principal gordura dietética. Atualmente, a dieta mediterrânea é caracterizada pelo predomínio de alimentos vegetais, quantidades moderadas de laticínios, peixes e aves, baixas quantidades de carne vermelha e consumo de vinho. Estudos sugerem que essa dieta está associada à redução do risco de doenças cardiovasculares, infarto do miocárdio, câncer, doenças neurodegenerativas e diabetes.

Além de promover uma saúde geral melhorada, a dieta mediterrânea tem sido associada à prevenção de várias doenças graves, muitas das quais possuem implicações fiscais significativas.

Dietas Vegetarianas.

As dietas vegetarianas têm sido adotadas desde a antiguidade por razões éticas, filosóficas e religiosas. Nos últimos anos, a atenção se voltou para os efeitos na saúde e benefícios ecológicos. Uma dieta vegetariana exclui carne e, em graus variados, outros produtos animais. A dieta vegana é a forma mais estrita, excluindo todos os alimentos e bebidas derivados de animais. O vegetarianismo pode melhorar a saúde cardiovascular, reduzir o risco de doenças isquêmicas e certos tipos de câncer.

Enquanto a adesão a dietas vegetarianas pode prevenir doenças graves e melhorar a qualidade de vida, é fundamental garantir a ingestão adequada de todos os nutrientes essenciais para evitar deficiências nutricionais.

Dietas com Restrição de Gorduras.

Dietas de baixo teor de gordura visam reduzir o risco de doenças cardiovasculares, incluindo infarto do miocárdio. Uma dieta é considerada de baixo teor de gordura quando os lipídios contribuem com menos de 30% da ingestão total de energia. Dietas de teor muito baixo de gordura, como a dieta Ornish, podem contribuir com apenas 10% das calorias diárias provenientes de lipídios. Estudos indicam que essas dietas podem levar à perda de peso e ter efeitos benéficos em fatores cardiometabólicos, incluindo a redução dos riscos de infarto do miocárdio, diabetes e morte por qualquer causa.

Dietas com Restrição de Carboidratos.

Dieta Atkins e Dietas Cetogênicas

Dietas de baixo a muito baixo teor de carboidratos, como a dieta Atkins, focam na redução da ingestão de carboidratos para induzir a produção de corpos cetônicos. Essas dietas têm sido associadas à perda de peso e à melhora dos fatores de risco cardiovascular. No entanto, dietas cetogênicas podem aumentar o risco de efeitos adversos, como sintomas gastrointestinais e dislipidemia.

Dieta Paleolítica.

A dieta paleolítica é baseada na alimentação dos caçadores-coletores e exclui grãos, laticínios, leguminosas, açúcar e sal refinado. Estudos sugerem que a dieta pode melhorar a resistência à insulina, dislipidemia, hipertensão e inflamação. Essas condições, quando não controladas, podem levar a doenças graves que possuem considerações especiais na legislação brasileira.

Dieta DASH.

A dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) foi desenvolvida para controlar a pressão arterial. É rica em frutas, vegetais e laticínios com baixo teor de gordura e contém baixas quantidades de lipídios saturados e colesterol. Estudos associaram a adesão à dieta DASH à redução da mortalidade por todas as causas e à diminuição da incidência de doenças cardiovasculares e metabólicas, que são reconhecidas como condições graves pela legislação brasileira.

Dieta MIND.

A dieta MIND (Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay) combina características das dietas mediterrânea e DASH, com foco em alimentos vegetais e consumo limitado de carne vermelha, alimentos ricos em lipídios saturados e doces. Estudos preliminares sugerem benefícios potenciais para a função cognitiva. Condições neurodegenerativas, como o Alzheimer, também são reconhecidas na legislação fiscal brasileira como condições graves.

Dietas com Restrição de Tempo.

O jejum intermitente, que alterna períodos de jejum com períodos de alimentação normal, emergiu como uma alternativa menos rigorosa ao jejum contínuo. Estudos sugerem que o jejum intermitente pode melhorar a regulação da glicose, a composição corporal e reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade, todas listadas na legislação fiscal brasileira como condições graves.

Conclusão.

É essencial que os profissionais de saúde sejam educados sobre dietas e seus potenciais efeitos na saúde. A educação sobre alimentação saudável deve ser incorporada à prática clínica e aos currículos médicos, considerando as preferências individuais, custo e questões culturais.

Além disso, para aqueles que sofrem de doenças graves, é importante conhecer as possíveis implicações fiscais e os direitos garantidos pela legislação brasileira. A Lei 7.713 de 1988, por exemplo, prevê a isenção do Imposto de Renda para aposentados e pensionistas com condições graves como câncer, doenças cardiovasculares e neurodegenerativas. A adoção de uma dieta adequada pode não só melhorar a saúde, mas também ajudar a evitar o desenvolvimento de condições que poderiam qualificar para benefícios fiscais, proporcionando uma qualidade de vida melhor e mais saudável.

Este artigo foi baseado no estudo “Nutrition in Medicine” publicado no The New England Journal of Medicine por Mary Yannakoulia, Ph.D., e Nikolaos Scarmeas, M.D., Ph.D. <https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2211889> acesso em 14 jun 2024.

Disclosure: Este artigo foi criado com o propósito de fornecer informações gerais e não constitui aconselhamento financeiro, jurídico ou profissional. As informações contidas neste artigo são apenas para fins informativos e educacionais. Recomenda-se que os interessados busquem orientação legal de um advogado qualificado para avaliar suas situações individuais e fornecer assistência personalizada. Não nos responsabilizamos por ações tomadas com base nas informações apresentadas neste artigo. As leis e regulamentos podem variar, e as informações contidas aqui podem não refletir as atualizações mais recentes ou situações individuais.

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